quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Amigos
" A palavra é uma Árvore, as Árvores são abraços, algumas pessoas são Árvores."
Cristina Santos, artesã de palavras e de amizades
Cristina Santos, artesã de palavras e de amizades
domingo, 31 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Ipsis Verbis
«Deve ser possível, penso eu, viver plenamente a vida em setenta horas como em setenta anos...»
«Gosto de ti porque consigo ler no teu coração. E quando dizes que mentes, não são mentiras importantes.»
Ernest Hemingwai, Por quem os sinos dobram
domingo, 24 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
Itinerário de Um Peregrino Sem Fé
17. Bairro Alto
Jantei num restaurante em Alcântara onde a ASAE teria muito que bisbilhotar. Era noite de sábado. No final do jantar, subi a pé até à Lapa onde ficaria alojado essa noite. Pelas ruas deparei-me com um silêncio estranho, inesperado - um silêncio de aldeia. Era possível escutar as minhas vozes mais profundas. Uma brisa subia do rio e massajava-me a pele.
Uma voz amiga
(estamos em Lisboa… É sábado… Bairro Alto).
Fiz o que todos fazem, em rebanho, no Bairro Alto. Itinerei de rua em rua, de bar em bar, de música em música, de bebida em bebida, de conversa em conversa, de observação em observação, vi e, talvez, tenha sido visto.
A noite já ia adiantada quando regressei à casa desconhecida para tentar o que não consegui: dormir três ou quatro horas. Fiquei acordado a acalmar o mesmo vazio que levara dentro de mim ao início da noite.
Jantei num restaurante em Alcântara onde a ASAE teria muito que bisbilhotar. Era noite de sábado. No final do jantar, subi a pé até à Lapa onde ficaria alojado essa noite. Pelas ruas deparei-me com um silêncio estranho, inesperado - um silêncio de aldeia. Era possível escutar as minhas vozes mais profundas. Uma brisa subia do rio e massajava-me a pele.
Uma voz amiga
(estamos em Lisboa… É sábado… Bairro Alto).
Fiz o que todos fazem, em rebanho, no Bairro Alto. Itinerei de rua em rua, de bar em bar, de música em música, de bebida em bebida, de conversa em conversa, de observação em observação, vi e, talvez, tenha sido visto.
A noite já ia adiantada quando regressei à casa desconhecida para tentar o que não consegui: dormir três ou quatro horas. Fiquei acordado a acalmar o mesmo vazio que levara dentro de mim ao início da noite.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Ipsis Verbis
«Ligar o amor à sexualidade foi realmente uma das ideias mais bizarras do criador.»
«Mas o frágil edifício do amor deles desmoronar-se-ia imediatamente porque esse edifício repousava sobre o pilar único da sua fidelidade e os amores são como os impérios: desaparecendo a ideia sobre a qual estão construídos, também eles desaparecem.»
«Nos dias que correm, quem apaga a luz para fazer amor arrisca-se a cair no ridículo; como ele tem consciência disso, deixa sempre uma luzinha acesa por cima da cama. No entanto, no momento em que penetra em Sabina, fecha os olhos.»
«Para um amor se tornar inesquecível é preciso que, desde o primeiro momento, os acasos se reúnam nele como os pássaros nos ombros de São Francisco de Assis.»
«A partir de então, ambos sentiam antecipadamente um grande prazer na partilha do sono. Sinto-me quase tentado a dizer que o que procuravam no acto sexual não era a volúpia mas o sono que se lhe segue.»
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